
Museu do Homem do Nordeste
Museu da Fundação Joaquim Nabuco dedicado à formação social, ao cotidiano, às artes e às culturas dos povos do Nordeste.
Atlas cultural · Recife + Olinda

Museu da Fundação Joaquim Nabuco dedicado à formação social, ao cotidiano, às artes e às culturas dos povos do Nordeste.

Equipamento municipal voltado à obra de Murillo La Greca e à produção artística moderna e contemporânea.

Museu de história urbana instalado na fortificação de origem neerlandesa, com acervo iconográfico e documental sobre o Recife.

Fortificação histórica tombada, hoje ligada à memória militar e às origens do Exército no Nordeste.

Museu municipal de arte moderna e contemporânea, com exposições, pesquisa, formação e ações educativas.

Parte do conjunto franciscano do Recife, célebre pela talha dourada barroca e pelo acervo de arte sacra.

Residência preservada de Gilberto Freyre, com biblioteca, mobiliário, objetos pessoais, jardins e memória intelectual.

Museu-ateliê instalado em antiga fábrica de cerâmica, reunindo arquitetura, jardins e ampla produção de Francisco Brennand.

Complexo museológico com pinacoteca, biblioteca, coleção de armas e importante núcleo de obras ligadas ao Brasil neerlandês.

Museu estadual em palacete histórico, com coleções de arqueologia, arte, história, cultura indígena, afro-brasileira e arte sacra.

Museu federal dedicado à memória da escravidão, da abolição, das resistências e das culturas afro-brasileiras.

Instituição de pesquisa com documentação, biblioteca e coleções ligadas à história e à formação de Pernambuco.

Acervo dedicado à arte popular nordestina, com obras em madeira, barro, gesso e outras tradições artesanais.

Museu imersivo sobre o sertão, sua música, paisagens, religiosidade e modos de vida, tendo Luiz Gonzaga como eixo narrativo.

Centro municipal de formação, pesquisa e memória dedicado ao Carnaval e às manifestações da cultura popular.

Antigo portal-monumento do século XIX convertido em espaço cultural, expositivo e de divulgação astronômica.

Centro de memória judaica no sítio associado à primeira sinagoga das Américas, com vestígios arqueológicos e narrativa histórica.

Centro de referência, documentação, formação e experiência dedicado ao frevo, patrimônio cultural brasileiro e da humanidade.

Espaço de memória e pesquisa sobre Chico Science, sua obra e o movimento Manguebeat.

Centro de preservação, pesquisa e difusão da obra de Luiz Gonzaga e das tradições musicais do Nordeste.

Museu ferroviário em antiga estação, com locomotivas, equipamentos e memória das ferrovias pernambucanas.

Espaço dedicado a linguagens artísticas e referências culturais afro-brasileiras.

Teatro neoclássico inaugurado no século XIX, tombado nacionalmente e central para a história cênica e política do Recife.

Teatro histórico inaugurado em 1842 e integrado ao centro de formação e pesquisa das artes cênicas Apolo-Hermilo.

Sala de configuração flexível vinculada ao complexo Apolo-Hermilo e à formação e experimentação em artes cênicas.

Teatro-cinema histórico do Centro, restaurado e reinserido na programação cultural recifense.

Cinema de rua histórico e espaço de referência para mostras, festivais e sessões especiais.

Conjunto urbano histórico organizado em torno da Concatedral de São Pedro dos Clérigos e de casas ocupadas por equipamentos de cultura popular.

Praça simbólica de origem das medições rodoviárias de Pernambuco e principal espaço cívico do Bairro do Recife.

Travessia histórica no eixo de uma das primeiras grandes pontes do período neerlandês, hoje elemento central da paisagem fluvial.

Eixo de casario histórico ligado à presença judaica, ao comércio portuário e à transformação urbana do Recife Antigo.

Conjunto de esculturas de Francisco Brennand instalado no molhe, com a Coluna de Cristal como marco visual.

Templo histórico ligado à paisagem portuária e ao patrimônio religioso do Bairro do Recife.

Teatro do Parque Dona Lindu com solução reversível para apresentações internas e voltadas à esplanada.

Jardim histórico associado a Burle Marx, cercado pelo Teatro de Santa Isabel, Palácio da Justiça e Palácio do Campo das Princesas.

Conjunto urbano reconhecido pela UNESCO, articulando topografia, jardins, casario, conventos e igrejas barrocas.

Catedral histórica dominante na paisagem de Olinda, com sucessivas reconstruções e importantes elementos maneiristas e barrocos.

Conjunto beneditino reconstruído após o período neerlandês, notável pelo retábulo, talha dourada e história educacional.

Primeiro estabelecimento franciscano do Brasil, com claustro, capelas, talha e extensos painéis de azulejos portugueses.

Igreja de origem quinhentista reconstruída em feição barroca, com talha, pinturas e adro elevado sobre a cidade.

Marco da implantação carmelita nas Américas, reconstruído em linguagem barroca e integrado à entrada do sítio histórico.

Templo ligado à Irmandade dos Homens Pardos, reconstruído após 1631 e marcado por altares laterais e talha dourada.

Templo da irmandade negra de Olinda, associado a práticas religiosas e celebrações de matriz africana no período colonial.

Conjunto no antigo Colégio Jesuíta, uma referência essencial da arquitetura religiosa quinhentista no Brasil.

Uma das edificações religiosas mais antigas de Olinda, de feição sóbria e hoje vinculada à comunidade beneditina feminina.

Antigo recolhimento feminino de origem quinhentista, com pinturas, policromia, talha e elementos de pedra portuguesa.

Templo seiscentista erguido por homens pardos e ligado a uma das primeiras devoções brasileiras a Nossa Senhora de Guadalupe.

Museu instalado no antigo Aljube e Capela de São Pedro Advíncula, reunindo amplo acervo de arte moderna e contemporânea.

Museu no antigo Palácio dos Bispos, com imaginária, pinturas, objetos litúrgicos e arte sacra erudita e popular.

Museu dedicado ao mamulengo e aos mestres bonequeiros, preservando personagens e técnicas do teatro popular de bonecos.

Casa histórica com mobiliário, arte sacra e objetos ligados à vida doméstica, política e religiosa de Olinda.

Mercado colonial hoje associado a galerias, oficinas e produção de artesãos e artistas locais.

Antiga fábrica implantada sobre área da primeira alfândega, convertida em equipamento para exposições e apresentações.

Marco modernista de 1934 associado ao uso pioneiro do cobogó, posteriormente adaptado como mirante panorâmico.

Encontro emblemático de ruas, casario e vida cultural, especialmente associado aos cortejos do Carnaval de Olinda.

Arquivo municipal com documentação textual, cartográfica, iconográfica e obras raras ligadas à administração e à história de Olinda.

Biblioteca de origem imperial instalada em uma casa histórica retratada na iconografia neerlandesa de Olinda.

Pequena fortificação costeira de origem seiscentista, com rampa, casas de guarda e canhões voltados à defesa do litoral.

Marco vertical da paisagem costeira; o farol atual foi inaugurado em 1941 no Morro do Serapião.

Fonte colonial citada no foral de Olinda, com escadaria de pedra e o brasão histórico da cidade.
Traduções automáticas são identificadas em cada ficha.